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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Lixo!!!

Lixo por remover há um mês em Vila Franca
Resíduos têm vindo a acumular-se há cerca de um mês no porto de
Vila Franca do Campo e num conjunto de lotes na freguesia de São Pedro.
Comunistas alertam para situação que gera cheiros nauseabundos e dá mau
aspecto a uma zona privilegiada pela paisagem do ilhéu.



Ora entao diz o Nosso Traguita (eterno candidato da CDU):

“Há quase um mês que aquele lixo está acumulado aqui no Porto de Vila Franca. O cheiro é insuportável... Os turistas passam por aqui para ir para o ilhéu, tiram fotografias... Não é um bom cartaz turístico para Vila Franca” sublinhou o dirigente comunista, fazendo referência aos restos de redes de pesca, grades de cerveja e até um frigorífico que, como se pode observar na fotografia que ilustra esta notícia, contrastam com a paisagem marítima de fundo, imagem de marca de um concelho virado para o mar.

Caro Juvenálio (Traguita) , nao se iluda ... Vila Franca neste momento está virada nao para o turismo, nem tao pouco para o mar... está mas é virada para o tráfico de uns conhecidos medicamentos (Dormicum & Subotex) para angariar dinheiro para coisas mais faceis de injectar e assim livrar o concelho desse mal que é a ressaca dos toxicodependentes do jardim e da matriz!!

Dou um porco ja criado a quem me disser quantas receitas desses medicamentos o nosso presidente ja passou




sábado, 18 de setembro de 2010

FAVORES :)

Acesa polémica em Vila Franca do Campo: António Cordeiro nomeia marido de Vice-Presidente da Câmara para director da Escola Profissional


O autarca explica as razões porque nomeou Paulo Pinto para a direcção da escola, esclarecendo os rumores que correm no concelho e o visado fala do seu projecto para o estabelecimento de ensino profissional que, como afirma, “tem sido precário” em Vila Franca do Campo sobretudo por falta de instalações “condignas”.


O presidente da câmara, António Cordeiro, nomeou para director da escola profissional de Vila Franca do Campo Paulo Sérgio Fonte Pinto, marido da vice-presidente da autarquia, Nina Rodrigues. A nomeação, com efeitos a partir do dia 1 de Setembro, está a gerar acesa polémica no concelho.
Instado pelo ‘Correio dos Açores’ sobre as razões para a nomeação, o presidente da autarquia afirmou que Paulo Pinto “tem as habilitações necessárias e as condições técnicas e pedagógicas para o ser. Por coincidência, é o marido de uma vereadora…”, concluiu.
António Cordeiro deixa claro que “qualquer cidadão tem direito a ser director da escola, desde que esteja habilitado para o cargo. Será que, pelo facto de ser marido de uma vereadora não tem direito a ser nomeado director de uma escola profissional do concelho? Onde está isso escrito. Esta visão das coisas é inibidora da liberdade das pessoas. Por ser marido da vereadora, é prejudicado na sua carreira?” questiona
“O que acontece é que entendemos que ele tem o perfil adequado para o cargo e estas vozes do contra são dores de cotovelo”, afirmou o presidente da câmara.
São vozes que, segundo a sua opinião, “são das mesmas pessoas que não disseram nada quando o professor Emanuel Medeiros, da Ribeira Seca, era presidente de Junta e foi nomeado director da escola. Depois foi expulso por lhe ter sido tirada a confiança política….”
António Cordeiro explica que, ao ser eleito, não mexeu nas estruturas directivas da escola, e, agora, no início de um ano lectivo, “entendemos nomear pessoas da nossa confiança. E assumimos plenamente a nomeação do novo director”, terminou.
O autarca qualificou, por outro lado, de “calúnias” alegados processos disciplinares que Paulo Pinto teria em escolas profissionais da ilha. “Isso é tudo mentira. Não tenho processos disciplinares em escolas profissionais. Isso é completamente falso e quem fizer estas acusações terá de as provar em Tribunal”, afirma, por sua vez, o visado.
Paulo Pinto está à sete a oito anos ligado ao ensino profissional enquanto professor e membro de conselhos pedagógicos e é a primeira vez que assume funções executivas de direcção.
Quando questionado sobre que razões levariam o presidente da câmara de Vila Franca a nomeá-lo director da escola, a sua resposta não deixa dúvidas: “Sou professor de profissão com estágio. Sou licenciado em Biologia e Zoologia, via de ensino para o ensino secundário e tenho uma pós graduação em ambiente, saúde e segurança. Toda a minha carreira, desde que me licenciei, foi feita no ensino profissional. Já percorri todo o tipo de curso leccionado no ensino profissional, desde os PROFIS, aos Reactivares e aos cursos de nível 1, 2 e 3. Para além do mais já leccionei em variadíssimas escolas profissionais. Tenho um vasto curriculum nesta área com todo o ‘up grade’ que isso me trás em termos de gestão de uma escola pelo facto de já conhecer as diversas gestões, as diversas metodologias das diversas escolas que estão a leccionar ensino profissional na Região”.


Crónica da Dona Beganga

Desenvolvimento Chineleiro

Há muito que os Vilafranquenses se habituaram a serem reconhecidos como os “Special
Ones” dos Açores. Nesta terra tudo é possível… O melhor e o pior andaram sempre de
mãos dadas, sendo que no final o que transparecia para o mundo é que Vila Franca faz
bem!!!
Os comerciantes habituaram-se a ver a vila cheia de gente, os prestadores de serviços
não tinham mãos a medir com tanto trabalho e a natural expansão económica ia
surgindo de ano para ano. Habituaram-se de tal forma que deixaram de reconhecer
as iniciativas públicas e privadas como alavancas de notoriedade do concelho,
começando a se “apoguentar” com tanto trabalho, afinal o que é demais enjoa.
Entretanto surge a malfadada crise… E agora? Nada de iniciativas públicas nem
privadas. Nada de trabalho. Nada de aumentos, exceptuando o famoso “rol dos calotes”.
Em apenas alguns meses, fecharam-se estradas, perderam-se bandeiras azuis, mataram-
se tradições e alienaram-se recursos humanos extremamente válidos e com “know how”
comprovado, substituindo-os por Mestres de Obras, Piratas Informáticos, Infoexcluídos
e outros que tais.
O ano passado ouvi de surdina uma conversa numa esplanada nas Portas do Mar em
que dois jovens se lamentavam por terem de vir a Vila Franca quase todos os fins-de-
semana. Dizia o primeiro: “Men, iss agora é tudo na Vila… Um home nam ganha para
o gásole! Respondia o segundo: Ò brassade, mas aquilo consola. Que terra é aquela!!!
Veio-me à memória os antigos tempos em que centenas de jovens saíam todos os fins de
semana da Vila em direcção aos bares e discotecas da cidade. Relembro conversas nos
muros do Infante que começavam e acabavam sempre da mesma forma: “Nesta terra ou
bêbado ou drogado!” e havia sempre um esperto que retorquia: “Bom, bom é mesmo os
dois!”. Agora era a vingança… Todos os caminhos iam dar a Vila Franca do Campo.
Pois, agora recorro a uma célebre música de Xutos e Pontapés que reza: “ O que foi não
volta a ser, mesmo que muito se queira. O que foi não volta a ser!”
A falta de profissionalismo, a vontade em destruir, a preguiça, o parasitismo e a
mentira sobrepõem-se ao desenvolvimento do concelho. Eventos como o “Carnaval
do Comando”, “O São João do Jardim”, “A semana da juventude” e outros que tal
envergonham os Vilafranquenses e servem apenas para “abanar” os RSI’s de alguns
e limpar as lágrimas de outros. O problema é que contas feitas, acaba-se por gastar o
mesmo com a “ruama” do que se gastava com os melhores, sendo que o impacto social
e económico é nulo.
De momento aguardam-se desenvolvimentos em relação à situação económica da Vila,
já que a “montanha” está prestes a “parir um rato”. Existem situações melhores e piores,
sendo que poucos têm o desenvolvimento social e económico que a Vila Franca do
Campo teve nesta última década.


Dona Beganga